Quanto custa um carro elétrico? Descubra os preços em 2025
Quanto custa um carro elétrico? Veja nossa lista completa com preços e especificações dos principais modelos.
Surpreendente: em 2024 o Brasil atingiu 300 mil veículos eletrificados emplacados — um marco que mostra que a realidade dos elétricos já é palpável nas ruas.
Desde 2022, marcas chinesas reduziram preços e ampliaram ofertas. Hoje você encontra compactos, hatches e SUVs com valores próximos aos equivalentes a combustão.
Em 2025 houve promoções que mudaram o jogo: modelos como o Renault Megane E‑Tech e o BYD Dolphin mostram como estratégias de preço tornam os EVs mais acessíveis.
Nesta seção você vai entender quanto custa um carro elétrico no Brasil, ver exemplos reais de modelos e aprender a diferenciar tabela e oferta pontual.
O objetivo é que, ao fim, você tenha critérios claros para comparar modelos, equipamentos e o custo total de propriedade. Assim, decidir se vale a pena comprar agora fica muito mais fácil.
Principais conclusões
- O mercado evoluiu rápido: mais opções e preços competitivos.
- Promoções 2024–2025 reduziram preços de referência.
- Alguns modelos já ficam próximos aos carros a combustão em preço.
- Compare tabela e ofertas para não se enganar com descontos pontuais.
- Considere autonomia e bateria ao avaliar o custo-benefício.
Panorama atual: por que os elétricos baratos estão ganhando espaço no Brasil
O mercado brasileiro mudou rápido quando marcas chinesas ampliaram oferta e reduziram preços. Globalmente, vendas chegaram a 17% em 2023 e a frota saltou de 10 para 41 milhões entre 2020 e 2023.
No Brasil já há cerca de 300 mil carros elétricos emplacados (2024). Isso cria escala, visibilidade e prova social para quem pensa em trocar de veículo.
O reposicionamento de preços — como cortes significativos em modelos europeus — mostrou que a competição pressiona margens e aumenta equipamentos de série.
- Produção local prometida por BYD e GWM tende a reduzir custos logísticos e câmbio.
- Metas de descarbonização e ampliação da frota mundial elevam oferta e confiança.
- Promoções e financiamento facilitado aceleram a adoção, principalmente em capitais.
Fator | Impacto | Expectativa |
---|---|---|
Escala global | Reduz custo por unidade | Mais modelos competitivos |
Produção local | Menor custo logístico e cambial | Preços mais estáveis no médio prazo |
Câmbio & importação | Volatilidade de preços | Ofertas pontuais continuam |
Quanto custa um carro eletrico?
No início de 2025, a faixa de preços dos modelos mais acessíveis ficou bem definida. Você encontra tickets promocionais entre R$ 99.990 e R$ 115.800 para subcompactos e opções compactas. Modelos mais equipados sobem até cerca de R$ 199.990, como referência para sedãs e SUVs de entrada.
Faixa de preço atual no Brasil: do subcompacto ao SUV de entrada
Na prática, subcompactos entregam baterias entre 26–38 kWh e autonomia urbana limitada. SUVs de entrada trazem 45–60 kWh e alcance maior.
O que mais pesa no preço: bateria, células e inversor
A bateria responde pela maior fatia do valor. Química (LFP vs NMC), densidade energética e garantia impactam diretamente o preço por kWh.
“Componentes como inversor, BMS e módulos de potência elevam a complexidade e o custo final.”
Câmbio e importação: como a variação do dólar influencia
A variação do dólar encarece células, inversores e outros módulos importados. Produção local e acordos com fornecedores devem reduzir essa pressão com o tempo.
Faixa | Exemplo (jan/2025) | Bateria (kWh) |
---|---|---|
Subcompacto | R$ 99.990 – R$ 115.800 | 26–38 |
Compacto | R$ 115.800 – R$ 160.000 | 30–45 |
SUV de entrada | R$ 160.000 – R$ 199.990 | 45–60 |
Carros elétricos mais baratos do Brasil hoje
Nesta lista prática, comparamos os modelos de entrada que entregam melhor custo‑benefício. A seleção traz desde subcompactos promocionais até SUVs com bateria maior.
Renault Kwid E‑Tech
R$ 99.990 (promoção). Bateria de 26,8 kWh, autonomia Inmetro de até 185 km. Motor de 65 cv e torque de 11,5 kgfm — ideal para uso urbano.
BYD Dolphin Mini
Preço a partir de R$ 115.800, bateria 38–38,8 kWh e autonomia de 280 km. Motor de 75 cv e 13,8 kgfm; vem com chave presencial e monitor de pressão dos pneus.
Caoa Chery iCar
R$ 119.990; 30,4 kWh e 197 km de alcance. Motor 61 cv, torque 15,3 kgfm e central de 10″ traz conforto para trajetos diários.
Outros concorrentes relevantes
- JAC e‑JS1: R$ 126.900–132.900, ~30 kWh, 161–162 km.
- GWM Ora 03 Skin: R$ 150.000–159.000, 48–63 kWh, até 313 km; ADAS incluído.
- BYD Dolphin / Dolphin Plus / BYD Yuan Pro: opções entre R$ 159.800 e R$ 184.800 com 44,5–60,5 kWh e autonomia de 291–330 km.
- Renault Megane E‑Tech e Fiat 500e fecham a lista superior com baterias próximas a 60 kWh.
Resumo:compare autonomia, kWh e torque para escolher o modelo que melhor serve sua rotina.
Comparação de preços, autonomia e bateria para uso urbano e rodoviário
Compare preço e autonomia para ver qual modelo entrega o melhor resultado no dia a dia e em viagens. A escolha depende de quanto você roda por dia e da frequência de viagens mais longas.
Melhores relações preço/autonomia para cidade
Para uso urbano, packs entre 30–45 kWh costumam trazer o melhor custo por quilômetro se você roda 30–60 km por dia.
- BYD Dolphin (44,5–44,9 kWh, 291 km) equilibra alcance e preço.
- Dolphin Mini (38–38,8 kWh, 280 km) é eficiente para rotinas urbanas.
- Kwid E‑Tech (26,8 kWh, até 185 km) e iCar (30,4 kWh, 197 km) servem para uso estritamente urbano.
Consumo e alcance em estrada: o que muda acima de 100 km/h
Acima de 100 km/h o arrasto aerodinâmico aumenta e a autonomia cai sensivelmente. Isso reduz a distância real entre recargas e demanda mais paradas em DC rápida.
“Em rodovia, prefira baterias maiores ou planeje paradas para manter ritmo confortável.”
Capacidade de bateria e impacto em kWh/100 km
A eficiência (kWh/100 km) define o custo por quilômetro. Valores menores significam menor gasto energético e menos paradas.
Modelo | Pack (kWh) | Autonomia cidade (km) | Recomendado para |
---|---|---|---|
BYD Dolphin | 44,5–44,9 | 291 | Uso misto / quem quer menos ansiedade |
Dolphin Mini | 38–38,8 | 280 | Rotina urbana com boa autonomia |
Ora 03 Skin | 48–63 | 228–313 | Viagens esporádicas e maior alcance |
Kwid / iCar / JAC (médias) | 26,8–30,4–30 | 161–197 | Deslocamentos curtos e cidade |
Resumo: use a comparação entre alcance, kWh e preço para alinhar o modelo à sua rotina. Se rodar em rodovia regularmente, priorize packs acima de 45 kWh.
Recarga e tempo de carregamento: AC em casa e DC em eletropostos
Recarga rápida e lenta cumprem papéis diferentes na sua rotina. Em casa, a recarga noturna cobre deslocamentos diários. Em estrada, você depende da potência disponível nos eletropostos.
Potências típicas de carga
AC em residência varia entre 3,7–7,4 kwh para a maioria das instalações; algumas versões aceitam até 22 kW em wallbox. DC nos postos costuma oferecer 60–150 kW nos modelos desta lista.
Exemplos práticos de tempo
- BYD Dolphin: AC 6,6 kW; DC 60 kW — 20% a 80% em cerca de 30 minutos.
- BYD Yuan Pro: DC 65 kW — 20% a 80% em ~20 minutos.
- Renault Megane E‑Tech: DC 150 kW — 15% a 80% em 36 minutos; AC 22 kW chega a 80% em ~1h50.
- Fiat 500e: DC 85 kW — 0% a 80% em aproximadamente 35 minutos.
“Programe paradas pensando nos minutos de recarga e no estado de carga ideal (geralmente 10%-80%) para otimizar tempo.”
A curva de carga mostra pico de potência no SOC intermediário e queda perto de 80%. Isso afeta os minutos totais e a saúde da bateria. O motor elétrico não exige aquecimento, mas a bateria pode pedir pré‑condicionamento para carregar na máxima potência.
Instale um wallbox e disjuntor compatíveis se recarrega em casa. Em viagens, verifique a malha de postos para planejar paradas e escolha pontos que atendam suas necessidades se você dirige carros com diferentes packs.
Custo total de propriedade: energia, manutenção e desvalorização
Calcular o custo real de posse revela diferenças grandes entre modelos. Comece somando gasto com energia, revisões, seguro e perda de valor ao longo dos meses.
Economia por km e impacto da tarifa ou da energia solar
Se você carrega em casa, calcule kWh consumido por 100 km e multiplique pela sua tarifa. Com energia solar, o custo por km pode cair muito.
Manutenção simplificada e peças: o que observar no Brasil
Veículos têm menos peças móveis, menos troca de óleo e freios com menor desgaste. Ainda assim, verifique: garantia de bateria, cobertura de peças importadas e rede de assistência.
“Menos componentes móveis reduzem revisões; a previsibilidade da garantia da bateria é chave.”
- Planeje horizonte de 3–5 anos para calcular TCO.
- Considere quilometragem mensal: quanto mais rodar, maior a vantagem elétrica.
- Inclua wallbox, instalação e seguros no cálculo inicial.
Item | Impacto anual | O que checar |
---|---|---|
Energia | Média baixa com solar | Tarifa, geração própria, horários |
Manutenção | Menor que combustão | Rede autorizada e peças |
Desvalorização | Volátil | Liquidez do mercado e demanda por modelos |
Equipamentos, segurança e central multimídia por faixa de preço
Analise os equipamentos antes de decidir: eles definem conforto e segurança no uso diário.
Itens que agregam valor: ADAS, wallbox e conectividade
Priorize segurança ativa e conveniência. Pacotes com ACC e frenagem autônoma reduzem risco em trânsito urbano e rodoviário. GWM Ora 03, por exemplo, traz frenagem de emergência, ACC e airbag central.
- Segurança: compare ADAS por faixa de preço e confira airbag lateral/central.
- Conectividade: verifique integração Android Auto/Apple CarPlay e atualizações OTA.
- Wallbox: algumas marcas incluem carregador na compra — é diferencial prático.
- Central multimídia: tamanho, ergonomia e comandos físicos importam para a usabilidade.
“Na prática, a versão de entrada só vale se trouxer itens essenciais como faróis LED, câmera e sensores.”
Conforto e espaço: do subcompacto ao SUV compacto
Revise acabamento, ajustes de bancos e espaço do porta‑malas. iCar, por exemplo, oferece bancos dianteiros elétricos e central 10”.
Faixa | Destaque | O que checar |
---|---|---|
Entrada | Essenciais (LED, câmera) | Central multimídia, sensores |
Média | ADAS e mais conectividade | Wallbox, OTA |
Alta | Mais conforto e acabamento | Ajustes elétricos, materiais |
Resumo: escolha a versão que equilibre segurança, conforto e revenda. Assim você garante que seu elétrico barato entregue valor real na rotina.
Tendências de 2025: ofensiva chinesa, produção local e queda de preços
Em 2025 a presença chinesa se intensificou e reorganizou referências de valor no mercado nacional.
Neta entrou com Aya (R$ 128.900; 40,7 kWh; 263 km; 95 cv) e X (R$ 204.900; 64,1 kWh; 317 km; 163 cv), trazendo tecnologia e pressão por equipamentos a preços mais agressivos.
Entrantes e reposicionamentos
BYD e GWM seguem ajustando ofertas. O BYD Yuan Plus aparece com descontos pontuais (R$ 235.800; 60 kWh; 294 km; 204 cv), o que reordena expectativas sobre suv elétrico no país.
Produção nacional e efeitos na oferta
Promessas de fábricas locais devem reduzir exposição ao câmbio e frete. Isso pode baratear modelos e aumentar a variedade de veículos ao longo dos meses.
- Impacto prático: você ganha mais opções e versões com baterias distintas.
- Preço vs. promoção: avalie se a queda é estrutural ou desconto temporário.
- Infraestrutura: mais postos e parcerias melhoram a viabilidade de viagens.
“Ofensiva de marcas e produção local tendem a consolidar oferta de elétricos baratos brasil e mudar referências de preços em pouco tempo.”
Quem deve considerar um elétrico barato agora
Se sua rotina é previsível e curta, um carro elétrico pode ser a escolha mais racional hoje. Modelos de entrada entregam economia diária se você carrega em casa e roda distâncias controladas.
Perfis de uso: trajetos diários, frotas urbanas e aplicativos
Se você percorre até 60 km por dia, autonomias entre 185 e 291 km cobrem a rotina com folga. Isso reduz paradas e permite recarga noturna.
- Rotina urbana: kwid e-tech, dolphin mini e byd dolphin mostram eficiência e operação simples.
- Frotas e apps: veículo elétrico baixa custo por km, gera menos ruído e aumenta disponibilidade.
- Quem viaja pouco: versões de entrada bastam; se fizer viagens frequentes prefira packs 40–60 kWh ou planeje DC rápida.
- Garagem e energia estável: você aproveita tarifas fora de ponta e recarga noturna com menos custo.
“Escolha o modelo que equilibre autonomia, espaço e TCO para sua rotina.”
Dicas para escolher seu primeiro veículo elétrico
A decisão ideal começa por medir quanto você realmente roda em semanas e meses. Isso ajuda a definir a autonomia mínima e evita surpresas na rotina.
Autonomia necessária vs. seu uso real em meses
Calcule a média de km/dia e multiplique pelos dias úteis do mês. Acrescente 30% de folga para imprevistos e variações de clima.
Use o valor em kWh por 100 km para estimar gasto de energia. A relação entre kwh e autonomia mostra se a versão atende ao seu perfil.
Infraestrutura de recarga: casa, condomínio e rota
Verifique se há tomada dedicada ou possibilidade de instalar wallbox. Consulte regras do condomínio e simule tempos de recarga em AC e DC nas rotas que você usa.
Exemplo prático: o BYD Dolphin faz AC 6,6 kW e DC 60 kW (20%-80% ~30 min). O Megane E‑Tech aceita AC 22 kW (80% em ~1h50) e DC 150 kW (15%-80% em ~36 min).
Versão de entrada ou mais equipada: custo-benefício e revenda
Avalie se a versão entrada traz itens essenciais de segurança e conectividade. Itens como ADAS e garantia da bateria afetam liquidez e preço de revenda.
- Compare pacotes que incluam wallbox e assistência técnica.
- Cheque garantia do motor elétrico e cobertura de peças de alto valor.
- Teste ergonomia, central e assistências antes de decidir a versão.
“Planeje o upgrade pensando em revenda: versões bem equipadas tendem a manter valor e aceitação.”
Erros comuns ao comparar modelos elétricos baratos
A comparação por números rápidos muitas vezes oculta pontos que vão afetar seu dia a dia. Antes de decidir, veja além do preço e avalie itens que mantêm o uso previsível e barato no longo prazo.
Focar só no valor e ignorar bateria, recarga e garantia
Não considere apenas o valor de tabela. A bateria define autonomia, garantia e custos futuros. Química, capacidade e prazo de cobertura variam entre marcas.
Documente despesas com instalação de wallbox e verifique a malha de recarga na sua rota. Sem isso, a experiência vira frustração.
Desconsiderar equipamentos de segurança e assistência
Itens como frenagem autônoma e ACC influenciam uso e revenda. Versões baratas sem ADAS podem custar mais no seguro e na revenda.
Exemplo prático: confira diferenças entre preço promocional e versão oficial do renault kwid para evitar expectativas falsas.
Erro | Impacto | O que checar |
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Focar só no preço | Autonomia curta e custos altos | Capacidade, química e garantia da bateria |
Ignorar recarga | Rotina complicada e perda de tempo | Mapa de postos DC e custo de wallbox |
Desconsiderar segurança | Menor valor de revenda | Presença de ADAS básicos |
Não checar assistência | Peças importadas e longos prazos | Rede autorizada por CEP e tempo de entrega |
Conclusão
Você encontra hoje uma oferta real de carros elétricos baratos que vai do urbano ao SUV de entrada.
Resumo prático: kwid e-tech (R$ 99.990 promo), dolphin mini (R$ 115.800) e byd dolphin (R$ 159.800) lideram volume, enquanto SUVs como byd yuan pro (R$ 182.800) ampliam opções.
Avalie preço, autonomia e kWh lado a lado e escolha a versão de entrada que entregue segurança, conectividade e boa revenda.
Em viagens, as recargas DC (60–150 kW) levam de 20% a 80% em cerca de 20–36 minutos; planeje paradas conforme o torque e o motor do modelo.
O mercado avança rápido: acompanhe promoções, novos players (como Neta) e a produção local para capturar o melhor momento de compra.